sexta-feira, 4 de março de 2011

Produção de Texto


A mulher ideal
A mulher ideal tem que ser carinhosa, fiel, bela, sincera, digna, boa, amorosa, alegre, divertida e extrovertida e que não seja ciumenta. Ela tem que ser idônea, única e que não seja grudenta. Tem que praticar esporte, seja magra (aparência conta muito), que goste de andar comigo, seja apegada à minha família. Eu gosto de mulher de cabelo liso – não tenho preconceito – apenas preferência.
 
João Henrique Rodrigues Parrião
Aluno do 8º ano B - Escola Estadual Professor Alfredo Nasser
 Professora: Abigail
Araguaína - Tocantins
Data: 03 de março de 2011


A mulher ideal teria que ser legal, bonita, uma pessoa especial que chamasse minha atenção. Feliz, divertida, muito estudiosa. Pois vemos por aí, muitas mulheres vulgares
que não se valorizam.
Então, a mulher ideal tem que ser mais tudo de bom. Ela tem de ser bem com a vida.
No mundo em que vivemos, hoje, é muito difícil encontrarmos mulheres ideais. Às vezes procuramos essas mulheres nas Igrejas, mas temos que prestar atenção, porque até mesmo nas igrejas podemos ver mulheres vulgares.
Caio César Ferreira
Aluno do 8º ano B – Escola Estadual Professor Alfredo Nasser
Araguaína - Tocantins



A mulher ideal é aquela que valoriza o que tem. Que não fica na rua. Ela tem que ser carinhosa, ter cabeça para não cometer loucuras. Existem mulheres que fazem filhos sem planejar e saem de casa cedo. Mas existem mulheres que pensam diferente, estudam para ter um trabalho quando crescer e depois se casarem.
Eu gostaria que a mulher tivesse mais atitude, e se ela se achasse rica, que não fosse “metida”.
Leandro Boaz C. Gonçalves
Aluno do 8º ano B – Escola Estadual Professor Alfredo Nasser
Professora: Abigail
Araguaína - To
Data: 03 de março de 2011


Violência doméstica contra a mulher
Mulher, mulher
Uma simples mulher
Casa com o destino
De ser feliz, mas não é.
Quer ter uma boa família
Amar com bom coração
Ter uma vida cheia,
Cheia, cheia de emoção.
O homem que bate em mulher
Bate sem ter razão
Bate porque ele quer
Porque não tem coração.
O homem não teme a dor
Bate e bate sem pudor
Não tem um pouco de dó
Da mulher que pode ser
Seu bem , seu único amor.

Daniela Geovana Barbosa da Silva
Aluna do 8º ano C – Escola Estadual Professor Alfredo Nasser
Professora: Abigail
Araguaína - Tocantins
Data: 03 de março de 2011




Caros leitores, sei que estamos em dias de muita violência contra a mulher. Que são muitos os homens racistas que não estão “nem aí” com isso. Mas a violência não é nada bom para ninguém, nem para o homem que pratica esse ato, nem para seu filho que vai crescer com a intenção de praticar violência com a mulher, pensando que o que ele está fazendo é certo, porque foi o que ele viu o pai fazer em casa com a família.
Diante dessa situação, temos que levantar a cabeça e entender que violência contra a mulher é crime mesmo. E as mulheres têm que levantar a cabeça também e dizer com orgulho “nós somos parte da vida humana e sem mulher não há homem, violência contra nós é crime e vamos denunciar”.

Heron de Souza Silva
Aluno do 9º ano B – Escola Estadual Professor Alfredo Nasser
Professora: Abigail
Araguaína - Tocantins
Data: 03 de março de 2011


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Feira de Ciências e Cultura - 2010


Universo HumanoProfessora Dilza - Arte Pintando o SeteDiretora da Escola com as quebradeiras de coco do Tocantins
Profesora Deuserê, Luzenir (diretora Pedagógica), Professora Rachel, Príncipe e princesas dos contos de fadas
Aferição de pressão

Arte com reciclagem
No Mundo da Leitura - Contos de FadaQuebradeiras de coco do Tocantins
Pintura em tecido Arte e reciclagem
Artesanato tocantinense


Público prestigiando as apresentações culturais no dia Feira de Ciências e Cultura


Arte em Ação
O contador de histórias

A menina enterrada viva.

Era uma vez um viúvo e uma viúva que moravam na mesma rua. O viúvo tinha uma menina que, apesar de trazer viva a memória de sua falecida mãe, sonhava em encontrar outra mãe.
A viúva, interessada em seu pai, passou a agradá-la, a lhe fazer mimos e asssim, fazer com que a menina convecesse o pai a pedi-la em casamento. Foi um plano perfeito. Mas, após o casamento, tudo mudou. O pai da menina viajava muito. E, na ausência dele, a maquiavélica madrasta judiava bruscamente da pobre menina e a colocava para fazer trabalhos domésticos e vigiar pássaros nos enormes arvoredos do quintal para que eles não bicassem as frutas.
Um belo dia, a meina estava tão cansada que adormeceu debaixo de uma figueira. Aí, os pássaros fizeram a festa, bicaram todos os figos. Quando a madrasta viu aquilo, num impulso de ira, espancou tanto a criança, que a "bichinha apagou". Ali mesmo, ela cavou um buraco e a jogou dentro. Quando o pai da menina chegou, a mulher disse que a menina havia fugido. O pai ficou muito triste.
Um dia, vendo seu quintal abandonado e cheio de mato, contratou um capineiro para capiná-lo. Ao começar a capina, o moço ouviu uma voz sinistra:
- Capineiro, capineiro, capineiro de meu pai,
não cortes os meus cabelos...
Minha mãe me penteou,
minha madrasta me enterrou
pelo figo da figueira
que o passarinho bicou...


De: Luís da Câmara Cascudo

Adaptação: Professora Maria de Lourdes


Comentário

A história sofreu uma adaptação feita pela professora Maria de Lourdes. Foi contada pelo aluno Walter, da Aceleração da Aprendizagem, que, além de conseguir prender a atenção de todo o público presente no evento, deixou o desfecho para outra ocasião.


Apresentação de dança indígena

Coreografia da música - Reina sobre mim

Dança da Catira

Alunos da Escola - Dança das Quebradeira de coco

Professoras Silonita e Delcina

A Feira de Ciências e Cultura é uma Ação do Projeto de Ações Prioritárias da Escola e tem como finalidade promover a pesquisa e divulgar os trabalhos dos alunos, favorecendo o conhecimento em vários campos das Ciências.

Realização: dia 20 de novembro de 2010, a partir das 7h30
Local: Escola Estadual Professor Alfredo Nasser - Araguaína Tocantins

Apresentações Culturais:

Breve histórico da Catira, dança da Catira;
Dança das quebradeiras de coco babaçu;
Coreografia da música "Reina sobre mim";
coreografia de danças indígenas;
Peça teatral " Sinhá que tinha medo de envelhecer.
O contador de história - aluno da Escola contando histórias.

Palestras e a atendimento ao público:

Educação no trânsito - Palestrante; Erismá de Jesus, Perito Criminal;
Aferição de Pessão - funcionários da Secretaria de Saúde do Município.

Exposições:

Painel em homenagem à Cultura Negra
No mundo da Leitura - Contos de Fada;
Pintando o Sete - Trabalhos de Arte;
Demonstração do Projeto: Comunidade Arte e Ação;
Cultura do Tocantins;
Quebradeiras de coco do Tocantins;
O Universo Humano;
Personalidades históricas do Estado do Tocantins;
COM-VIDA - Verde Vida - Apresentação das Ações do Grupo 2010.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Encenação de Texto

O caso do espelho Era um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata.Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos. Depois gritou, com o espelho nas mãos:— Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?— Isso é um espelho — explicou o dono da loja.—Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é o retrato do meu pai.Os olhos do homem ficaram molhados.— O senhor... conheceu meu pai? — perguntou ele ao comerciante.O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de madeira.— É não! — respondeu o outro. — Isso é o retrato do meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?O homem quis saber o preço. O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho.
Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho embrulhado na gaveta da penteadeira.A mulher ficou só olhando.No outro dia, esperou o marido sair para trabalhar e correu para o quarto. Abrindo a gaveta da penteadeira, desembrulhou o espelho, olhou e deu um passo atrás. Fez o sinal da cruz tapando a boca com as mãos. Em seguida, guardou o espelho na gaveta e saiu chorando.— Ah, meu Deus! — gritava ela desnorteada. — É o retrato de outra mulher! Meu marido não gosta mais de mim! A outra é linda demais! Que olhos bonitos! Que cabeleira solta! Que pele macia! A diaba é mil vezes mais bonita e mais moça do que eu!— Quando o homem voltou, no fim do dia, achou a casa toda desarrumada. A mulher, chorando sentada no chão, não tinha feito nem a comida.— Que foi isso, mulher?— Ah, seu traidor de uma figa! Quem é aquela jararaca lá no retrato?— Que retrato? — perguntou o marido, surpreso.— Aquele mesmo que você escondeu na gaveta da penteadeira!O homem não estava entendendo nada.— Mas aquilo é o retrato do meu pai!Indignada, a mulher colocou as mãos no peito:— Cachorro sem-vergonha, miserável! Pensa que eu não sei a diferença entre um velho lazarento e uma jabiraca safada e horrorosa?A discussão fervia feito água na chaleira.— Velho lazarento coisa nenhuma! — gritou o homem, ofendido.


A mãe da moça morava perto, escutou a gritaria e veio ver o que estava acontecendo. Encontrou a filha chorando feito criança que se perdeu e não consegue mais voltar pra casa.— Que é isso, menina?— Aquele cafajeste arranjou outra!— Ela ficou maluca — berrou o homem, de cara amarrada.— Ontem eu vi ele escondendo um pacote na gaveta lá do quarto, mãe! Hoje, depois que ele saiu, fui ver o que era. Tá lá! É o retrato de outra mulher!A boa senhora resolveu, ela mesma, verificar o tal retrato.Entrando no quarto, abriu a gaveta, desembrulhou o pacote e espiou. Arregalou os olhos. Olhou de novo. Soltou uma sonora gargalhada.— Só se for o retrato da bisavó dele! A tal fulana é a coisa mais enrugada, feia, velha, cacarenta, murcha, arruinada, desengonçada, capenga, careca, caduca, torta e desdentada que eu já vi até hoje!E completou, feliz, abraçando a filha:— Fica tranqüila. A bruaca do retrato já está com os dois pés na cova!Versão de conto popular por Ricardo Azevedo
Apresentação dos alunos da Escola, sob orientação da professora Silonita.



Como forma de valorizar a Literatura, a Professora Silonita orientou seus alunos na encenação do texto: A Formiguinha e a Neve.






Personagem: Formiguinha





Demais personagens







Aulas com charges

Sob a orientação da Professora Tânia Rosa, os alunos da turma do 9º ano da Escola Estadual Professor Alfredo Nasser criaram e apresentaram aos demais colegas, no Laboratório de Informática da Escola, várias charges.
A Professora de Língua Portuguesa, Silonita, participou juntamente com os alunos e continuou com as atividades na sala de aula.

terça-feira, 27 de abril de 2010

AVALIAÇÃO PRÊMIO GESTÃO

Reunião com os pais em 23 de abril de 2010 para:
  • Avaliação do nível de satisfação do Atendimento Escolar
  • Reestruturação do PPP
  • Elaboração do Plano de Ação
  • Entrega de Certificados do Curso Cozinha Brasil
  • Entrega de boletins aos pais dos alunos.










Avaliação do Prêmio Gestão
com a presença de funcionários, alunos da Escola e pais de alunos.












ELEIÇÃO ASSOCIAÇÃO DE APOIO

Aconteceu no dia 21 de abril de 2010, a votação para eleger os membros da Associação de Apoio da Escola. Chapa única. Raimunda (bibliotecária) e Sheila Dias Figueira (Diretora Administratriva da Escola) no momento da votação.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

DIA TEMÁTICO - 2010

A Escola Estadual Professor Alfredo Nasser recebeu do SESI O curso do Cozinha Brasil "Programa ensina a comer bem sem gastar muito
Ao combinar três ingredientes fundamentais para uma boa refeição – qualidade, economia e sabor – o programa Cozinha Brasil ensina à população a preparar os alimentos de forma inteligente e sem desperdício."
http://www.sesi.org.br/ A Diretora Pedagógica Luzenir conversa com a comunidade escolar e local que participam do evento.

Funcionários, alunos da escola, mães de alunos e comunidade local participando do Cozinha Brasil.


A instrutora do Programa Cozinha Brasil.











O Curso Cozinha Brasil realizado no dia 17 de abril de 2010 em parceria com o SESI foi uma das grandes conquistas que a Escola Estadual Professor Alfredo Nasser vem alcançando ultimamente.





As professoras Maria Deuserê e Maria Iris desenvolvendo grandes projetos com a comunidade.

Esta é uma Ação do PDE.

Com o objetivo de atrair a comunidade para participar dos eventos da Escola, as
professoras criaram este projeto em que sugerem a valorização da Arte no
dia-a-dia. A partir de aulas práticas, elas ensinam

a comunidade a criar peças que decoram e embelezam a casa.
Professora Maria Deuserê





Professora Maria Iris


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